JORNALISMO

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23/11/2017 | 17h39 | Eliara Salla

PROCON dá dicas para evitar reajuste abusivo em mensalidades


 O período de rematrícula as crianças nas escolas já começou e com isso é importante atenção com os reajustes de preços de escolas particulares.

 

A Juliana Resende, oficial de justiça e mãe da pequena Rafaela, já fez a matricula da filha para o próximo ano. O reajuste da mensalidade foi de 12% : “Eles erguem uma tabela de custo, então pode variar e também houve reformas na escola”

 

 Juliana afirma que pesquisou os preços  mas a segurança foi definitiva para a escolha: “Questão de preço não era o mais barato  tinha opções até mais próximo de casa, mas pela de segurança”

 

Um levantamento realizado pelo PROCON Goiás em 38 escolas particulares de Goiânia apontou que o aumento médio das mensalidades escolares para o próximo ano será de quase 10%. Não existe um percentual de reajuste definido, eles são feitos de acordo com a planilha de custo de cada colégio.

 

Gleidson Tomaz, gerente de pesquisa e calculo do PROCON Goiás, explica o que é a planilha e a importância de  conhecê-la na hora de escolher uma escola: “ Essa planilha ela tem despesas exclusivas com o processo de aprendizado, então se os pais desconfiarem que essa planilha esta em desacordo, que deve ser fornecida as pais, ele pode denunciar através do 151  ou mesmo utilizando o PROCON Web (proconweb.ssp.go.gov.br) caso ele  faça a denuncia e identificado a gente vai dar uma resposta com o resultado da denuncia”

 

Mas a variação de menor e maior preço encontrado pelo PROCON foi grande. No ensino médio a diferença chega a quase 300% , mensalidades variam de R$545 até R$2.150; na educação infantil o menor preço e de R$ 398 e o maior de R$ 1.385 .

 

“Ficar atento ao requisitar pela escola é fundamental para escolher o melhor preço:” É muito fácil para o consumidor saber se naquela lista se o reajuste é abusivo ou não, por que todo material que é de uso coletivo vai influenciar no processo pedagógico não pode ser solicitado. Questione a escola para qual finalidade vai se usado esse material, se não vai ser para o aprendizado simplesmente ignora da lista, se insistir na cobrança procure o PROCON.” encerra Gleidson Tomaz.

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